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Todas as crianças tem o direito de crescerem íntegras e todos os adultos tem o dever de cuidarem da integridade delas. Ao adulto não importa que elas queiram ultrapassar seus limites, romper suas barreiras ou pular suas fases de crescimento, devem eles zelar para que não sejam ultrapassados, rompidos e pulados em tempo errado. Zelar pela infância e adolescência é um dever de cada adulto.

DISQUE 100 - Brasil
Linha Alerta - Portugal

Paolo entre Nós


por: Lena Lopez

Na sala de visitas, o sofá bordo, a testemunha calada e presente em muitos dos nossos momentos de amor, no cd-rom uma música romantica de Billy Paul, dava ao ar o clima de romantismo. Nós duas conversávamos, trocavamos carícias e nossos olhares fixavam-se mutuamente, querendo que uma descobrisse a alma da outra. Havia algum tempo que tínhamos decidido que já estava na hora de apimentar a nossa relação e juntas ter novas experiências, por à prova o que de fato sentíamos, se seríamos capazes de suportar a outra se entregar para outra pessoa.
Desde que nos conhecemos, haviam passados oito meses. Lembro-me da primeira vez que a vi, lembro-me da primeira vez que ouvi, o teu inglês com o leve sotaque hispânico, que junto com tua voz rouca, te dá um semblante sensual e exótico. Naquele dia, naquele avião, eu me encantei com o teu jeito espanhol, cada palavra que pronunciavas era uma música doce no meu ouvido. Senti que algo mais forte iria nos aproximar. Tu estavas linda, cabelos longos, lisos e negros, a batom na tua boca contrastava com a tua pele morena e o olhos ressaltavam o teu brilho interior.
Atravessamos o Atlântico, chegamos ao Canadá, uma escala em Montreal e depois o nosso destino final, Vancouver. Para mim, algo normal e comum, quantas vezes já fiz este trajeto; para você, a novidade da primeira vez, os efeitos do fuso horário e da longa viagem. Já era possível ver em seus olhos que pelo menos uma amizade entre nós era possível, tuas dificuldades na viagem nos aproximavam e logo estávamos trocando confidências. Sabíamos, que aquela viagem seria a primeira das muitas que faríamos juntas.
Chegamos em Vancouver e a tarde estava no fim, nos livramos rapidamente do que tinhamos que fazer. Estávamos cansadas, precisávamos de um banho e de algumas horas de sono. A tripulação embarcou no veículo que nos levaria ao hotel, durante o trajeto permanecemos caladas, entretanto vez em quando nossos olhos se cruazavam e eu percebia neles um carinho especial. No hotel ficamos no mesmo quarto, ainda conversamos um pouco antes de adormecemos. Na manhã seguinte iríamos fazer o trajeto de volta. Entre as idas e vindas, teríamos tempo suficiente para nos conhecermos.
Não sabíamos com exatidão, qual o caminho que os nossos sentidos dariam a nossa relação, sabíamos entretanto, que somos duas mulheres, cada uma com seus problemas, com seus desejos e suas necessidades. Estabelemos que cada uma de nós seríamos livres para resolver o que queria da sua vida, que ambas teríamos liberdade e que nada seria feito a revelia da outra. As aventuras, os romance, as transas e os relacionamentos seriam abertos entre nós, o que uma fizesse a outra saberia.
Somos felizes assim, mas haveríamos de nos por à prova e esse dia chegou.
Uma semana antes, encontramos Paolo em uma festa, um italiano lindo, moreno e com a pele característica dos habitantes das margens do Mediterrâneo, alto, um corpo delicioso. Cada uma de nós percebeu e advinhou o pensamento da outra, havíamos encontrado a primeira pessoa que já há algum tempo desejávamos ter entre nós. Paolo nos encantou com sua gentileza, com a sua discreção e com uma sensualidade incomum. Apesar de já conhecê-lo de outras oportunidades, eu ainda não havia me aproximado dele suficientemente para algumas conclusões, ao contrário você já se mostrava mais íntima e foi através de você que tivemos a oportunidade de passar horas agradáveis e depois convidá-lo para que nos visitasse.
A campainha do interfone tocou, quebrando o clima de romantismo que havia entre nós, era Walter, o porteiro do prédio, Paolo estava subindo. A hora havia chegado.
Ele entrou, as saudações e o beijinho de sempre, ele estranhou... Três beijinhos no rosto? Sou brasileira, sou gaúcha, é um costume. Sentamos, você serviu um o vinho, bebemos, conversamos e depois jantamos. As luzes diminuída davam um aspecto romântico, notei que Paolo não esperava por isto, de certa forma ele ficou um pouco envergonhado. Tentei advinhar o que ele estava pensando, uma presa talvez, no meio de duas gatas. Perguntei: Algum problema, por que o silencio? - Não, não é nada - ele respondeu. Mas eu tinha certeza, ele foi pego de surpresa, talvez sentiu-se em meio a uma cilada, armada por duas mulheres. Quem não reagiria desta forma?
Depois do jantar voltamos à sala, mais música, mais vinho e mais conversa. Os minutos corriam rápidos, não queríamos que ele escapasse, o ataque foi amplo, de todos os lados possíveis e em pouco tempo ele se viu sentado entre nós, eu de um lado e você do outro. Cada vez mais próximas e cada vez mais íntimas dele. Foi desse jeito que le ficou sabendo que seria inevitável e de maneira nenhuma ele escaparia.
Duas mulheres, uma morena a outra loira, uma vestindo vermelho e a outra de branco, uma com a roupa colada e mostrando as suas formas, a outra com um vestido de seda e levemente transparente. A noite. A música. A penumbra das luzes. O vinho. Ele estava completamente envolvido e eu completamente excitada.
Levantei do sofá, parei de frente para você, estendi a mão e segurei a tua, você levantou, olhamos nos olhos uma da outra e nos beijamos. Ele ficou sentado nos observando, analizando aquele beijo caloroso. Paramos, estendi a minha mão e o trouxe para junto de nós. Você o envolveu e juntou os nossos corpos, beijei-o e apertei-o contra nós. Eram três bocas e um beijo somente. Três linguas a se desvendarem. Eu senti a excitação dele em minhas pernas, estava quente e volume havia aumentado.
Aos poucos nossas roupas se espalhavam pela sala, misturadas como se misturavam os nossos corpos.
Havia um fogo enorme entre nós, labaredas de sexo esquentavam o ambiente. Exploramos juntas aquele corpo delicioso. Deitamos no tapete, desci pelo peito nu dauqele homem, beijei a sua barriga e encontrei o seu pau duro e latejante, lambi, sorvi, chupei. Você tomou o mesmo caminho e divimos aquele instrumento maravilhosos. Dividiamos a glande, toda a extensãp dura e lisa, o saco e nossas linguas se encontravam, nossas bocas se beijavam, ao mesmo tempo que degustávamos aquele homem. Você tomou o caminho de volta, sentou sobre ele e começou a cavalgada, eu atrás de você, survia o líquido da tua excitação e me deliciava sugando os testículos dele. Ergui-me, rastejei pelo tapete, fui ao encontro dos lábios dele, beijei-o e ele me acariciava as costas. Levantei, sentei sobre o seu rosto e ofereci minha buceta para que ele chupasse, sentí a lingua dele entrar em mim e buscar o mais profundo possível o gosto mais íntimo. De frente para você, vi em tua face o prazer que você sentia, te beijei, dividimos os nossos tesões. Você cavalgava e ele me explorava com maestria. Haviam gemido de tesão, gritos de prazer. Você parou, deitamos ao lado dele, nos beijamos, senti ele se aproximar, me virar para ele e entrar no meio das minhas pernas. Ele me penetrou, firme, de uma só vez. Seu pênis robusto invadiu a minha vagina e eu suspirei de tesão. Você beijou-lhe as costas e desceu para as nádegas. Ele se movimentava lentamente sobre mim, entrava e saia compasadamente. Minhas pernas abraçavam as suas costas e o puxavam contra mim. Senti que você beija-me as pernas e procurava um jeito de chegar a minha vagina, ao mesmo tempo tentava beijar o sexo dele. Foi numa estocada forte e rápida, uma dor subiu pela minha barriga, ah meu útero, você havia lhe beijado o ânus e ele em um movimento involuntário, me invadiu de uma só vez. Gritei, gemí de dor, mas foi delicioso.
O orgasmo foi inevitável. Você o puxou, tirou de cima de mim, com sua boca começou a sugá-lo e me convidou para fazer o mesmo. Meu cheiro, meu gosto, ainda estava nele. Misturamos nossas salivas, nossas linguas ao pênis dele. Ele gemia, se contraia de tesão. Nos duas dividimos o seu membro até que explodir em nossas bocas. Sorvemos aquele delicioso, demos uma a outro um pouco do nectar, nos lambuzamos e limpamos com nossas linguas aquele membro viril. Sugamos até a última gota, até vê-lo amolecer. Te beijei, lambi o resto de semem que havia sobre os teu seios, venci o caminho, cheguei a tua buceta, te lambi, te chupei, te suguei e acaricei-a com minha lingua, até te ver em um gozo delirante.


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Title : Paolo Entre Nós!
Category: Blog
MCN :: E4HRU-PMPRY-KG192
© copyright May 12 02:27:57 UTC 2011 - All Rights Reserved

Um comentário:

Cl@ disse...

Uhummm
Te ler, nos faz viajar sem precisar fechar os olhos...fantasias que leva a iamgianção fluir, faz a gente perder o juízo...
Bjooos Bem gostosos, aquele q estalam...