por: Lena Lopez
Na sala de visitas, o sofá bordo, a testemunha calada e presente em muitos dos nossos momentos de amor, no cd-rom uma música romantica de Billy Paul, dava ao ar o clima de romantismo. Nós duas conversávamos, trocavamos carícias e nossos olhares fixavam-se mutuamente, querendo que uma descobrisse a alma da outra. Havia algum tempo que tínhamos decidido que já estava na hora de apimentar a nossa relação e juntas ter novas experiências, por à prova o que de fato sentíamos, se seríamos capazes de suportar a outra se entregar para outra pessoa.
Desde que nos conhecemos, haviam passados oito meses. Lembro-me da primeira vez que a vi, lembro-me da primeira vez que ouvi, o teu inglês com o leve sotaque hispânico, que junto com tua voz rouca, te dá um semblante sensual e exótico. Naquele dia, naquele avião, eu me encantei com o teu jeito espanhol, cada palavra que pronunciavas era uma música doce no meu ouvido. Senti que algo mais forte iria nos aproximar. Tu estavas linda, cabelos longos, lisos e negros, a batom na tua boca contrastava com a tua pele morena e o olhos ressaltavam o teu brilho interior.
Atravessamos o Atlântico, chegamos ao Canadá, uma escala em Montreal e depois o nosso destino final, Vancouver. Para mim, algo normal e comum, quantas vezes já fiz este trajeto; para você, a novidade da primeira vez, os efeitos do fuso horário e da longa viagem. Já era possível ver em seus olhos que pelo menos uma amizade entre nós era possível, tuas dificuldades na viagem nos aproximavam e logo estávamos trocando confidências. Sabíamos, que aquela viagem seria a primeira das muitas que faríamos juntas.
Chegamos em Vancouver e a tarde estava no fim, nos livramos rapidamente do que tinhamos que fazer. Estávamos cansadas, precisávamos de um banho e de algumas horas de sono. A tripulação embarcou no veículo que nos levaria ao hotel, durante o trajeto permanecemos caladas, entretanto vez em quando nossos olhos se cruazavam e eu percebia neles um carinho especial. No hotel ficamos no mesmo quarto, ainda conversamos um pouco antes de adormecemos. Na manhã seguinte iríamos fazer o trajeto de volta. Entre as idas e vindas, teríamos tempo suficiente para nos conhecermos.
Não sabíamos com exatidão, qual o caminho que os nossos sentidos dariam a nossa relação, sabíamos entretanto, que somos duas mulheres, cada uma com seus problemas, com seus desejos e suas necessidades. Estabelemos que cada uma de nós seríamos livres para resolver o que queria da sua vida, que ambas teríamos liberdade e que nada seria feito a revelia da outra. As aventuras, os romance, as transas e os relacionamentos seriam abertos entre nós, o que uma fizesse a outra saberia.Somos felizes assim, mas haveríamos de nos por à prova e esse dia chegou.
Uma semana antes, encontramos Paolo em uma festa, um italiano lindo, moreno e com a pele característica dos habitantes das margens do Mediterrâneo, alto, um corpo delicioso. Cada uma de nós percebeu e advinhou o pensamento da outra, havíamos encontrado a primeira pessoa que já há algum tempo desejávamos ter entre nós. Paolo nos encantou com sua gentileza, com a sua discreção e com uma sensualidade incomum. Apesar de já conhecê-lo de outras oportunidades, eu ainda não havia me aproximado dele suficientemente para algumas conclusões, ao contrário você já se mostrava mais íntima e foi através de você que tivemos a oportunidade de passar horas agradáveis e depois convidá-lo para que nos visitasse.
A campainha do interfone tocou, quebrando o clima de romantismo que havia entre nós, era Walter, o porteiro do prédio, Paolo estava subindo. A hora havia chegado.
Ele entrou, as saudações e o beijinho de sempre, ele estranhou... Três beijinhos no rosto? Sou brasileira, sou gaúcha, é um costume. Sentamos, você serviu um o vinho, bebemos, conversamos e depois jantamos. As luzes diminuída davam um aspecto romântico, notei que Paolo não esperava por isto, de certa forma ele ficou um pouco envergonhado. Tentei advinhar o que ele estava pensando, uma presa talvez, no meio de duas gatas. Perguntei: Algum problema, por que o silencio? - Não, não é nada - ele respondeu. Mas eu tinha certeza, ele foi pego de surpresa, talvez sentiu-se em meio a uma cilada, armada por duas mulheres. Quem não reagiria desta forma?
Depois do jantar voltamos à sala, mais música, mais vinho e mais conversa. Os minutos corriam rápidos, não queríamos que ele escapasse, o ataque foi amplo, de todos os lados possíveis e em pouco tempo ele se viu sentado entre nós, eu de um lado e você do outro. Cada vez mais próximas e cada vez mais íntimas dele. Foi desse jeito que le ficou sabendo que seria inevitável e de maneira nenhuma ele escaparia.
Duas mulheres, uma morena a outra loira, uma vestindo vermelho e a outra de branco, uma com a roupa colada e mostrando as suas formas, a outra com um vestido de seda e levemente transparente. A noite. A música. A penumbra das luzes. O vinho. Ele estava completamente envolvido e eu completamente excitada.
Levantei do sofá, parei de frente para você, estendi a mão e segurei a tua, você levantou, olhamos nos olhos uma da outra e nos beijamos. Ele ficou sentado nos observando, analizando aquele beijo caloroso. Paramos, estendi a minha mão e o trouxe para junto de nós. Você o envolveu e juntou os nossos corpos, beijei-o e apertei-o contra nós. Eram três bocas e um beijo somente. Três linguas a se desvendarem. Eu senti a excitação dele em minhas pernas, estava quente e volume havia aumentado.
Aos poucos nossas roupas se espalhavam pela sala, misturadas como se misturavam os nossos corpos.
Havia um fogo enorme entre nós, labaredas de sexo esquentavam o ambiente. Exploramos juntas aquele corpo delicioso. Deitamos no tapete, desci pelo peito nu dauqele homem, beijei a sua barriga e encontrei o seu pau duro e latejante, lambi, sorvi, chupei. Você tomou o mesmo caminho e divimos aquele instrumento maravilhosos. Dividiamos a glande, toda a extensãp dura e lisa, o saco e nossas linguas se encontravam, nossas bocas se beijavam, ao mesmo tempo que degustávamos aquele homem. Você tomou o caminho de volta, sentou sobre ele e começou a cavalgada, eu atrás de você, survia o líquido da tua excitação e me deliciava sugando os testículos dele. Ergui-me, rastejei pelo tapete, fui ao encontro dos lábios dele, beijei-o e ele me acariciava as costas. Levantei, sentei sobre o seu rosto e ofereci minha buceta para que ele chupasse, sentí a lingua dele entrar em mim e buscar o mais profundo possível o gosto mais íntimo. De frente para você, vi em tua face o prazer que você sentia, te beijei, dividimos os nossos tesões. Você cavalgava e ele me explorava com maestria. Haviam gemido de tesão, gritos de prazer. Você parou, deitamos ao lado dele, nos beijamos, senti ele se aproximar, me virar para ele e entrar no meio das minhas pernas. Ele me penetrou, firme, de uma só vez. Seu pênis robusto invadiu a minha vagina e eu suspirei de tesão. Você beijou-lhe as costas e desceu para as nádegas. Ele se movimentava lentamente sobre mim, entrava e saia compasadamente. Minhas pernas abraçavam as suas costas e o puxavam contra mim. Senti que você beija-me as pernas e procurava um jeito de chegar a minha vagina, ao mesmo tempo tentava beijar o sexo dele. Foi numa estocada forte e rápida, uma dor subiu pela minha barriga, ah meu útero, você havia lhe beijado o ânus e ele em um movimento involuntário, me invadiu de uma só vez. Gritei, gemí de dor, mas foi delicioso.
O orgasmo foi inevitável. Você o puxou, tirou de cima de mim, com sua boca começou a sugá-lo e me convidou para fazer o mesmo. Meu cheiro, meu gosto, ainda estava nele. Misturamos nossas salivas, nossas linguas ao pênis dele. Ele gemia, se contraia de tesão. Nos duas dividimos o seu membro até que explodir em nossas bocas. Sorvemos aquele delicioso, demos uma a outro um pouco do nectar, nos lambuzamos e limpamos com nossas linguas aquele membro viril. Sugamos até a última gota, até vê-lo amolecer. Te beijei, lambi o resto de semem que havia sobre os teu seios, venci o caminho, cheguei a tua buceta, te lambi, te chupei, te suguei e acaricei-a com minha lingua, até te ver em um gozo delirante.
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Title : Paolo Entre Nós!
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Um comentário:
Uhummm
Te ler, nos faz viajar sem precisar fechar os olhos...fantasias que leva a iamgianção fluir, faz a gente perder o juízo...
Bjooos Bem gostosos, aquele q estalam...
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